A ÁGUIA E A GALINHA

A ÁGUIA E A GALINHA
A ÁGUIA E A GALINHA

Conheçam o meu livro: MARIA, MADALENA,AMÉLIA, CÚ.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER!



VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Renato Ribeiro Velloso

Na esfera jurídica, violência significa uma espécie de coação, ou forma de constrangimento, posto em prática para vencer a capacidade de resistência de outrem, ou a levar a executá-lo, mesmo contra a sua vontade. É igualmente, ato de força exercido contra as coisas, na intenção de violentá-las, devassá-las, ou delas se apossar.

Existem vários tipos de armas utilizadas na violência contra a mulher, como: a lesão corporal, que é a agressão física, como socos, pontapés, bofetões, entre outros; o estupro ou violência carnal, sendo todo atentado contra o pudor de pessoa de outro sexo, por meio de força física, ou grave ameaça, com a intenção de satisfazer nela desejos lascivos, ou atos de luxúria; ameaça de morte ou qualquer outro mal, feitas por gestos, palavras ou por escrito; abandono material, quando o homem, não reconhece a paternidade, obrigando assim a mulher, entrar com uma ação de investigação de paternidade, para poder receber pensão alimentícia.

Mas nem todos deixam marcas físicas, como as ofensas verbais e morais, que causam dores,que superam, a dor física. Humilhações, torturas, abandono, etc, são considerados pequenos assassinatos diários, difíceis de superar e praticamente impossíveis de prevenir, fazendo com que as mulheres percam a referencia de cidadania.

A violência contra a mulher, não esta restrita a um certo meio, não escolhendo raça, idade ou condição social. A grande diferença é que entre as pessoas de maior poder financeiro, as mulheres, acabam se calando contra a violência recebida por elas, talvez por medo, vergonha ou até mesmo por dependência financeira.

Atualmente existe a Delegacia de Defesa da Mulher, que recebe todas as queixas de violência contra as mulheres, investigando e punindo os agressores. Como em toda a Polícia Civil, o registro das ocorrências, ou seja, a queixa é feita através de um Boletim de Ocorrência, que é um documento essencialmente informativo, todas as informações sobre o ocorrido visam instruir a autoridade policial, qual a tipicidade penal e como proceder nas investigações.

Toda a mulher violentada física ou moralmente, deve ter a coragem para denunciar o agressor, pois agindo assim ela esta se protegendo contra futuras agressões, e serve como exemplo para outras mulheres, pois enquanto houver a ocultação do crime sofrido, não vamos encontrar soluções para o problema.

A população deve exigir do Governo leis severas e firmes, não adianta se iludir achando que esse é um problema sem solução. Uma vez violentada, talvez ela nunca mais volte a ser a mesma de outrora, sua vida estará margeada de medo e vergonha, sem amor próprio, deixando de ser um membro da comunidade, para viver no seu próprio mundo.

A liberdade e a justiça, são um bem que necessita de condições essenciais para que floresça, ninguém vive sozinho. A felicidade de uma pessoa esta em amar e ser amada. Devemos cultivar a vida, denunciando todos os tipos de agressões (violência) sofridas.

Bibliografia.
· Silva, De Plácido e - Vocabulário Jurídico, Rio de Janeiro, 1998. 1. Direito - Brasil - Vocabulários, glossários etc.I.Título - Editora Forense, 1998.
· Eluf, Luiza Nagib - Crimes contra os costumes e assédio sexual / Luiza Nagib Eluf - Ed.condensada - São Paulo: Editora Jurídica Brasileira, 1999.
· Vários autores - Manual operacional do policial civil: doutrina, legislação, modelos / coordenação Carlos Alberto Marchi de Queiroz - São Paulo: Delegacia Geral de Polícia, 2002.
· Brasil - Código Penal / coordenação Mauricio Antonio Ribeiro Lopes - 5.ed.ver., atual.e ampl. - São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2000. - (RT Códigos)

* RENATO RIBEIRO VELLOSO (renatov@matrix.com.br), Membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais - IBCCrim, Pós-Graduando em Direito Penal Econômico Internacional, pelo Instituto de Direito Penal Econômico e Europeu da Universidade de Coimbra, Portugal

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NUNCA PERCA A ESPERANÇA DE DIAS MELHORES, CONFIE EM DEUS E TENHA FÉ!
TENHAM UM ÓTIMO DIA! BJOS!


quarta-feira, 23 de junho de 2010




O RELATO DAS VÍTIMAS

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Apesar dos números e estatísticas falarem por si mesmos, frequentemente eles não são suficientes para sensibilizar governos e profissionais que lidam com casos e políticas públicas relacionadas à VCM.

No Brasil, infelizmente, ainda vale a máxima “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”. Pensemos, então, que a mulher pode ser uma de nossas amigas ou parentes - irmãs, filhas, mães, pessoas que amamos. Se uma delas estivesse enfrentando uma situação de violência doméstica, nós nos calaríamos? Diríamos a ela que é sua culpa, que não há nada a fazer, ou a ajudaríamos a procurar socorro e abrigo, seja numa Casa Abrigo, numa DEAM, ou em algum outro órgão público? E se a mulher vítima de violência estivesse na rua, sendo espancada por seu parceiro aos olhos de todos, sem nenhum parente ou amigo para auxilia-la naquele momento? Passaríamos ao largo, fingindo que esta é uma cena urbana normal, pois é normal que uma mulher apanhe?

Se os números e a possibilidade de que a VCM possa ocorrer conosco ou com mulheres que amamos não é suficiente para sensibilizar, deixemos então que as próprias vítimas falem por si em depoimentos e histórias verídicas:

· Depoimento registrado em uma Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), Rio de Janeiro, recolhido por Ana Maria Gonçalves em seu livro “Violência Contra Mulheres - relatos dramáticos de fatos verídicos” (pp 33-36).

“Aquele desgraçado arrancou meus dentes porque tem ciúmes de mim, do meu sorriso. Eu cuidava tanto dos meus dentes. Eram lindos. Agora ele arrancou-os fora. Antes ele tivesse me batido como das outras vezes. Cansei de levar tapa na cara. E sempre pelo mesmo motivo: o maldito ciúme. Ciúmes dos meus amigos, da minha família, de tudo. Eu nunca pensei sequer em trai-lo. Eu adorava ele... Ontem à noite fomos ao aniversário de 15 anos de uma sobrinha dele. Ates de sairmos de casa, quando estava me arrumando, ele já começou com as ameaças. Na festa nós dançamos. Ele parecia normal. Estava até alegre. Eu dancei com um dos irmãos dele e com um primo. Percebi que ele não gostou. Mas não tinha nada de mais. Eram pessoas da família dele. Ele também dançou com outras mulheres. de repente ele me pegou pelo braço e foi me empurrando, quase me arrastando até o carro. As pessoas viram, mas ninguém falou nada. Ninguém fez nada. No caminho para casa ele ia me chamando de vagabunda, de puta, de oferecida. De vez em quando ele parava o carro e me batia. Sempre no rosto. Em casa ele continuou me batendo e me ofendendo.

Ele é muito ciumento, mas nossas brigas nunca passavam de palavras agressivas e alguns tapas, da parte dele é claro. Depois que ele me humilhava bastante, arrependia-se e me pedia perdão. Chegava a chorar. Como eu gostava muito dele, acabava perdoando e fazendo as pazes. Eu disse que se ele fizesse aquilo novamente, eu iria embora. Chegou a ajoelhar-se na minha frente. Depois, na cama, queria fazer amor. Eu não quis. Ele não conseguia dormir e eu também não. (...) Tomou ou fez que tomou um comprimido [sedativo] e me ofereceu um. Não quis contraria-lo e também queria dormir. Acabei tomando. Logo em seguida adormeci.

Eu lembro dele montado em cima de mim, da sufocação que sentia, da vontade de levantar, do esforço para permanecer acordada e da dor quando ele arrancou meus dentes. Eu queria sair, gritar mas não tinha forças. As pernas dele imprensaram meus ombros. Ele estava com todo o peso no meu peito. Ele apertava meu nariz e me forçava a abrir a boca. Eu podia ouvir a voz dele dizendo ‘vai doer mas é para o nosso bem, para a nossa felicidade, a dor vai passar logo, eu vou cuidar de você’”.



· História retirado da publicação “Forced Mariage” - an abuse of human rights one year after “A Choice by Right”. Interim Report. July 2001; Southall Black Sisters (p 4).

“Rukshana Naz, uma mulher asiática de 19 anos, morreu na Inglaterra em 1998. Seu irmão estrangulou-a ritualisticamente com uma liga, enquanto sua mãe a puxava pelos pés. A mãe disse ‘estava escrito em seu destino’. No julgamento, o irmão alegou provocação, fazendo uma defesa cultural e dizendo que o assassinato ocorreu em nome da honra. Rukshana foi morta por ter envergonhado sua família recusando-se a permanecer em um casamento forçado com um primo, conduzido no Paquistão quando ela tinha 15 anos. Ela tinha a intenção de retornar para o seu amante, de quem estava grávida quando morreu. Rukshana havia se reconciliado com sua mãe, que ela acreditava ter aceitado sua decisão de deixar o marido. Rukshana pensou estar segura. Ela confiou em sua mãe. E então foi assassinada.”

· Casos relatados na publicação “Crime in Dar es Salaam – results of a city victim survey”. 2001, UNCHS – Habitat and Institute for Security Studies. ROBERTSHAW, Rory; LOUW, Antoinette et MTANI, Anna.

“ Meu marido tirou dinheiro de nossa conta conjunta e construiu uma casa para sua concubina” - mulher de 40 anos em depoimento.

“Ele me trancou no quarto e segurou uma faca ameaçando me matar” - mulher de 26 anos em depoimento.

“ Numa manhã, enquanto nos preparávamos para ir para o trabalho houve um mal-entendido ... ele me bateu ... inconsciente. Eu fiquei ... no hospital por 30 dias” - mulher de 37 anos.

“ Eu fui estuprada por seis homens da Força de Defesa Popular da Tanzania depois de beber com eles e me recusar a fazer amor ... com o seu superior” - mulher de 26 anos.



segunda-feira, 21 de junho de 2010

MAIS RELATO REAL DE VIOLENCIA E ESCRAVIDÃO DOMESTICA!


SE UM DIA EU DEIXAR DE POSTAR AS MINHAS MENSSAGENS
AQUI, SAIBAM QUE ME IMPERIRAM, OU MORRI!
SIM EU SOU UMA MULHER EM CARCERE PRIVADO,
UMA ESCRAVA , MINHA ÚNICA COMUNICAÇÃO ESTÁ SENDO COM VCS.
SOFRO DE AGRESSÕES VERBAIS TODOS OS DIAS DA MINHA VIDA, NEM SEI COMO CONSEGUI ESTUDAR, FOI UM MILAGRE DE DEUS, MAS PUXARAM AS
CORRENTES E TUDO FICOU NO SONHO, NEM DENUNCIAR EU POSSO,
COMO ? SE NÃO POSSO SAIR? SAIO COM ELE APENAS.
POR ISSO VOU LUTAR PELA LIBERDADE DE VCS, JA QUE NÃO POSSO
TER A MINHA, AS PESSOAS NÃO MUDAM NUNCA!
SAIAM ENQUANTO É TEMPO, OS ANOS PASSAM DEPOIS SERÁ TARDE DEMAIS,
COMO É PRA MIM.
AQUI VAI MAIS UMA DAS COISAS QUE ESCREVO PRA NÃO ENLOUQUECER
OU MORRER, MORTA ESTOU HA MUITO TEMPO, SOU AGORA UM FARRAPO
HUMANO, MINHA ESPERANÇAS FORAM- SE , ALEGRIA NEM PENSAR, ESSA SOU EU.
MAIS UM DIA!
ISSIS ANTUNES
MAIS UM DIA, DE SOFRIMENTO.
EU ACORDEI, HOJE COM ESPERANÇAS RENOVADAS,
DE DIAS MELHORES.
ESPERANDO QUE O MILAGRE DA PAZ, ACONTEÇA!
E AS COISAS RUINS ACABEM.
MAIS UM DIA, QUE TENHO QUE ENFRENTAR
O MEU JUIZ, MEU CARRASCO, MEU DRAGÃO,
MEU CHEFÃO, MEU PATRÃO, MEU CARCEREIRO E TALVEZ
HOJE, QUEM SABE? ELE SEJA MEU AMADO, SE TRANSFORME
NUMA PESSOA BOA E ME TRATECOM UM POUCO DE CARINHO,
PARA ALIVIAR OS DIAS FRIOS, AS COSTUMEIRAS AGRESSÕES VERBAIS,
QUEM SABE HOJE? EU SEJA AMADA
E NÃO A SUA ESCRAVA?
QUEM SABE HOJE?
O MILAGRE ACONTEÇA, AS COISAS RUINS DESAPAREÇAM E TUDO
NÃO PASSE DE UM PESADELO RUIM.
QUEM SABE HOJE?
DEUS TENHA PENA DE MIM, ME ABRA AS PORTAS E JANELAS
PARA A LIBERDADE,ME FAÇA SORRIR PARA SEMPRE.
QUEM SABE UM DIA????

TENHAM UM BOM DIA!
ÓTIMA SEMANA!



TENHAM UM BOM DIA!
ÓTIMA SEMANA!


sexta-feira, 18 de junho de 2010

SENTIR-SE AMADO!



Sentir-se amado

O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.

Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.

Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?

Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato."

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.

Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
Martha Medeiros


AS MULHERES NÃO DEVERIAM TER SEIOS,
DAÍ QUEM SABE SEUS MARIDOS NÃO SE
IMPLICARIAM COM OS NOSOS DECOTES,
NEM CRIARIAM CASO POR ISSO.
TENHAM UMA BOA NOITE!
UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Dez coisas que os homens ainda não sabem sobre as mulheres!


Dez coisas que os homens ainda não sabem sobre as mulheres


Os homens ainda não conseguem compreender a maioria das necessidades femininas
Enquece
Você acha que o homem ainda tem muito a aprender sobre a mulher?
Sim
Não
Existem certas atitudes e desejos femininos que os homens parecem ignorar. O resultado disso são discussões que se baseiam na diferença entre os sexos. Por que gostamos tanto de nos presentear? Por que implicamos tanto com as nossas sogras? Por que ficamos indignadas com certas atitudes? Enfim, são tantas situações que eles preferem ignorar a ter que compreendê-las. Confira a seguir.

» Opine sobre o assunto
» Conheça as 10 mentiras mais usadas pelas mulheres

1. Não sabem que devem nos entender
Parece que eles se esquecem que uma vez ao mês passamos por uma importante desordem hormonal. Por isso, em algumas situações, eles reclamam do nosso mau gênio e não respeitam nossa sensibilidade. Seria bom ver como um homem agiria durante o período menstrual ou gestando um bebê.

2. Não sabem que precisamos nos presentear
Eles não entendem que não temos outra opção já que a sociedade impôs que deveríamos nos maquiar, depilar e estar sempre bem vestidas. Não é culpa nossa quando demoramos para nos arrumar antes de uma festa ou qualquer outro evento. Por que os homens não entendem isso? Afinal eles colaboraram para que isso fosse uma necessidade.

3. Não sabem que gostamos de vários assuntos
Eles ficam surpresos ao saberem que nos interessamos por diversos assuntos. Ainda mais quando se deparam com uma mulher que gosta de jogos de futebol. Por que isso acontece?

4. Não sabem que temos os mesmos instintos
Parece que os homens não têm idéia que temos os mesmo instintos que eles. A diferença é o que fazemos com nossos desejos. Se os homens são infiéis não podem mais culpar os supostos "instintos animais".

5. Não sabem que não são os melhores pais porque ajudam a cuidar dos filhos
Outra coisa que eles têm que saber é que eles não são os melhores pais somente pelo fato de terem se levantado uma vez na semana durante a madrugada para atender ao choro do bebê. Eles devem saber que isso é o mínimo. Não temos reconhecimento quando levantamos três vezes na mesma noite para dar remédio a um filho que está doente porque eles supõem que isso é normal.

6. Não sabem que não existem trabalhos exclusivamente femininos
É muito ultrapassado classificar trabalhos como masculinos e femininos. Eles estão acostumados desde pequenos a pensar que serviços como lavar a louça é algo destinado apenas para as mulheres ou no máximo acreditam que as tarefas de casa são nossas, enquanto eles apenas cooperam.

7. Não sabem que odiamos ganhar menos que eles
Geralmente ganhamos menos em qualquer profissão. Até mesmo em Hollywood, as atrizes ganham praticamente a metade que um homem.

8. Não sabem que temos o direito de sair com os nossos amigos
Nós também temos o direito de sair com os amigos e chegar em casa às 5h da madrugada. Por que acreditamos que é um pecado chegar tarde? Parece que eles têm esse direito simplesmente por serem homens. Todos devem saber que nós, assim como eles, temos o direito de nos divertir sem pressões.

9. Não sabem que não devem ficar na barra da saia das mães
Qualquer problema que eles enfrentam no casamento ou se querem comer uma comidinha gostosa já voltam para a barra da saia das mamães. Não é possível agir dessa forma mesmo tendo anos de casado. Será que eles não entendem que isso nos irrita profundamente.

10. Não sabem que precisamos de elogios como nos tempos de namoro
Só porque já estão casados, os homens esquecem que as mulheres gostam e precisam ser elogiadas. Mais que nos conquistar, eles precisam nos reconquistar a cada dia.
TENHAM UMA BOA NOITE!

terça-feira, 15 de junho de 2010

POR QUE OS HOMENS BATEM NAS MULHERES???


MULHERES ESPANCADAS.

"O HOMEM QUE ESPANCA A MULHER."

Através dos trabalhos desenvolvidos pelo Centro de Estudos e Pesquisas do Desenvolvimento da Sexualidade Humana, pudemos constatar alguns aspectos do perfil psicológico do "marido agressivo".
Basicamente em todos os casos, o homem possuia uma forte "relação de posse" sobre a mulher. Seu relacionamento com a mulher desenvolve-se como se ela fosse uma "propriedade sua". Todos os casos apresentavam uma forte tendência ao "ciúme obsessivo".
Vemos como ciúme obsessivo os casos onde as "cenas" são constantes e infundadas. O ciúme é desencadeado por qualquer motivo, por mais insignificante que aparente. Concluímos que este tipo de homem possui forte "grau de imaturidade emocional e afetiva".
É um adulto com reações emocionais e afetivas de uma criança, pois possui grande dificuldade de lidar com "frustrações" e com a própria "agressividade". Suas reações diante de frustrações são "primitivas ou infantis".
Por exemplo: tal "brinquedo" me desagrada, eu o "destruo"."Se você não brincar como eu quero eu não brinco mais e, se insistir eu te bato".
Em todos os casos o indivíduo agressivo teve uma infância marcada por situações de agressividade. Em sua maioria, vieram de lares onde imperava o "exercício de autoridade". Pais que constantemente brigavam fisica ou verbalmente diante da criança. Pais que educavam usando "o bater como forma pedagógica" para qualquer situação. Pais que usavam constantes "ameaças" para conseguir da criança um comportamento desejado.

PORQUE O HOMEM BATE NA MULHER

Vamos separar em itens os fatores desencadeantes de situações de agressividade, embora em muitos casos eles encontram-se entrelaçados ou interligados. A separação nos serve para um melhor entendimento.

a) Problemas mentais - grande parte dos homens agressivos apresenta traços psicopáticos e, a situação onde ocorre a agressividade funciona como um "surto da doença". Boa parte apresenta traços "paranóides", isto é, apresentam fantasias, medos e idéias persecutórias profundamente irracionais.
Possuem fortes tendências à auto-destruição e auto-agressividade. A mulher funciona como uma válvula para suas tensões e seus "fantasmas". Ele transfere para a mulher seus temores e tenta destruí-los nela, o que evidentemente, pode gerar consequências gravíssimas. São os casos onde a mulher é barbaramente espancada.
Outro fato é a forma "amor/ódio" em relação a figura materna(que ele carrega da infância para a vida adulta). Agride a "mãe" na mulher logo depois, torna-se carinhoso e amoroso, demonstrando estar muito arrependido. Só que a situação tende a repetir-se sempre.

b) Falta de diálogo - na maior parte dos casais, onde a mulher sofre agressões, pudemos observar uma quase total falta de diálogo. São aqueles casos onde o homem "tem sempre razão". São aqueles casais com vasto histórico de brigas verbais. O homem que chega à agressão física é aquele que não admite estar errado e "impõe-se pela força física". Popularmente é "aquele que não dá o braço a torcer". Nestes casos, observa-se que o tipo de mulher envolvida é aquela que foi gerada e educada em um lar onde imperava o exercício de poder(conforme citamos anteriormente).
Em seu histórico encontramos sempre : "papai brigava sempre com mamãe". "Meu pai era muito severo, batia em minha mãe e, se eu chorasse apanhava também". "Me lembro de muitas discussões entre meu pai e minha mãe, na minha infância". E assim por diante.

c) Marido alcoolisado - em grande partes dos casos o homem estava embriagado no momento da agressão. Em outros a bebida é lugar comum na vida do agressor. O homem que chega à agressão pela bebida, tem uma forte censura psicológica e grande insegurança quanto a sua masculinidade. A bebida age como liberadora desta censura e desencadeia um auto grau de agressividade que estava reprimida. São aqueles "tipos" que quando embriagados dizem "faço e aconteço", são os "machões"(movidos à alcoól), etc. Então em casa eles descarregam em sua mulher suas "incompetências e insatisfações".

d) Dificuldades sexuais - em grande parte dos casos observa-se total falta de adequação sexual. A insatisfação sexual gera discórdia e insegurança, podendo levar a situações de agressividade. Em sua maioria, os agressores sofrem de dificuldades com a ereção. Outros, são tipo ansiosos com processos de ejaculação rápida. Quase sempre a mulher não obtem satisfação sexual com estes parceiros.
Outro tipo é o parceiro "sadomasoquista", aquele que agride, depois torna-se extremamente carinhoso e procura a mulher, sexualmente, como uma forma de reconciliação.
Outros são aqueles que no momento do orgasmo agridem física ou verbalmente, diminuindo a mulher e aumentando sua própria satisfação.

e) Auto-imagem frágil - homens inseguros quanto a sua masculinidade ou com o "papel de homem", sentem-se muito abaixo de suas próprias expectativas no meio social. Não conseguem cumprir suas próprias exigências do que é ser um "verdadeiro homem" sentindo que os outros são mais capazes. No meio sócio-profissional são muito inseguros e em casa afirmam-se na mulher. "Em casa quem manda sou eu", "só eu canto de galo","comigo é assim , saiu da linha leva ..." e assim por diante.

" A MULHER QUE APANHA DO HOMEM."

Vejamos alguns aspectos do perfil psicológico da mulher agredida.

a) A aceitação
Existem casos em que a mulher ocupa certa cumplicidade na manutenção do comportamento agressivo do parceiro. Mulheres originadas em famílias onde a violência ou os castigos físicos faziam parte do cotidiano, podem possuir marcas em sua estruturação, que na vida adulta são desencadeantes de situações agressivas. Inconscientemente, buscam "repetir" situações primitivas em suas relações. Estas marcas podem influenciar também na escolha do parceiro. Este tipo de mulher pode optar por parceiros propensos a agressividade, como forma de solucionar problemas. Na etapa do namoro chegam a admirar o comportamento agressivo do parceiro. Namorados "brigões" acabam sendo vistos como tipos protetores e a atitude agressiva do parceiro contra os outros, como forma de estar protegida. Parceiros ciumentos acabam sendo "bem vistos" pois, o ciúme figura como forma de "amor".
Podemos afirmar, que certas famílias praticamente educam as filhas na aceitação de atitudes agressivas por parte do homem. Elas educam a menina como um elemeto "frágil" e "necessitada de proteção". Em alguns casos, na infância, "o apanhar" era registrado como uma forma de afeto, era estar sendo protegida (dos próprios erros) e querida. Em adulta, esta mulher pode sentir as atitudes agressivas como "estar sendo gostada".
Fica claro que nos casos citados, a mulher é portadora de problemas emocionais e precisa de ajuda psicológica para elaborar estes "fantasmas"da infância.

b) As dificuldades econômicas
grande parte das mulheres que permanecem em relacionamentos marcados por situações de agressividade verbal e/ou física, alegam não ter condições de se manter e nem aos filhos, se sairem da relação. Este ponto é aceito de uma maneira geral, pela forma "machista" da sociedade, onde o homem tem no dinheiro uma forma de controle sobre a mulher. Em geral, a mulher que sofre este tipo de pressão e agressão, já aceitava a situação na fase do namoro e, na maioria dos casos vem de famílias onde sua liberdade era controlada pelo dinheiro.
Pais que ameaçam e/ou cortam o apôio financeiro da filha, no sentido de obter "respeito, obediência, etc." podem originar tamanha insegurança na filha que posteriormente ela se sente incapaz, de sobreviver sem estar sendo "protegida" por um homem.
A alegação : "como vou fazer para sobreviver e/ou cuidar dos filhos se não tenho emprego nem dinheiro". É a justificativa mais comum na manutenção da mulher nos relacionamentos agressivos. De certa forma na atual conjuntura este é o maior impecilho na solução destes casos.

c) Sentimentos de culpa
boa parte das mulheres que permanecem em relações agressivas, sentem-se culpadas por não ter realizado um casamento tido como "ideal". Muitas acabam escondendo que apanham dos parceiros. Foram educadas para cumprir um papel : "o papel de mulher bem casada". Sentem-se incapazes de aceitar o fato de que erraram na escolha. Realizar um "bom casamento" é de certa forma um "objetivo de vida" para este tipo de mulher. Falhar neste intento, acaba sendo "pior" que a manutenção de uma péssima relação. Algumas acabam aceitando a idéia que é "o seu destino".
Como em geral, o parceiro agressivo torna-se "muito afetivo" depois de situações violentas, a mulher vive na esperança de que a relação "mude com o tempo". Desta forma, o tempo vai passando, as dificuldades aumentando e a solução se complicando. "Meu casamento não é de todo ruim e os bons momentos (raros) acabam compensando este lado negativo". Assim permanecem, sem vislumbrar uma saída.

" O QUE FAZER? "

a) "Aguentar o destino"
esta primeira opção, embora pareça um tanto irracional, é tomada por muitas mulheres. Conforme vimos grande parte das mulheres esperam "que com o tempo mude". Isto ocorre, porque de um modo geral o parceiro agressivo, torna-se carinhoso, após a ocorrência de situações agressivas. É importante lembrar que estas mudanças ocorrem, não por arrependimento da ação, e sim por sentimentos de culpa gerados por fantasias primitivas (vindas da infância). Acreditando nestas súbitas melhoras e achando que elas podem ser ampliadas, a mulher entra no "jogo" e tenta então tornar-se mais carinhosa ou então aproveita a situação para criticar o fato ocorrido. Qualquer das duas opções não impedem a repetição das situações agressivas. A fonte geradora da agressão é alicerçada na má estruturação da personalidade e, portanto se não forem trabalhadas a nível psicoterápico continuarão persistindo.

b) " Procurar ajuda na família "
em muitos casos a ajuda da família pode ser valiosa, pelo simples fato da situação agressiva não estar encoberta. Muitas mulheres criam "histórias "para justificar o aparecimento de ferimentos". Agindo assim, praticamente estão dando o aval para a repetição das agressões. A ajuda da familia do agressor pode ser de grande valia pois, os pais tem certa força hierárquica sobre o agressor.

c) "Ajuda profissional "
procurar este tipo de ajuda é sempre uma boa medida pois, grande parte dos agressores tem certa consciência sobre sua falha e podem aceitar esta ajuda.

"Um líder religioso"
pode ser uma saída em vários casos pois, além do fato de eles estarem habilitados para este tipo de situação, tem também o fator hierárquico. Esta pode ser uma forma de "refazer o plano de vida".

"Um psicoterapeuta "
é o profissional mais habilitado para estes tipos de casos. Em especial os de formação para "Terapia de casais". Na terapia de casais, aprende-se a refazer o plano de vida e superar a dificuldades que levam à agressão.

"Um advogado"
é a saída, quando todas as outras possibilidades forem esgotadas. Esta procura deve ser usada na organização de um processo de separação. Em muitos casos a separação acaba sendo válida, pois a manutenção de uma vida a dois, marcada por situações de violência é ruim para a mulher e péssima para a formação dos filhos, os que mais sofrem com este tipo de situação.

"Centros de ajuda comunitária"
são clínicas de atendimento gratuíto, grupos de apôio comunitário, "Delegacia da Mulher" , clínicas de universidades, e outros locais onde encontrar ajuda. Isto se você não tem condições financeiras para arcar com o onus de uma ajuda profissional.
Autor José Roberto Paiva
Publicado em 16/03/99



segunda-feira, 14 de junho de 2010

VIOLÊNCIA DOMESTICA, FRASES SOBRE MARIDO E ESPOSA!



I) A esposa do “ator” e agora pugilista Kadu Moliterno registrou uma queixa de lesão corporal contra o marido no Rio de Janeiro. Ingrid Saldanha disse que o zé goela durante uma discussão no carro, avançou nela e lhe deu dois socos no rosto. "Ele estava nervoso com o congestionamento e veio cortando os carros. Pedi que parasse com aquilo, porque iria matar a gente. As crianças também pediram. Quando chegamos, ele fechou a porta do carro no meu pé e me deu um soco", O covarde está atualmente na novela Bang Bang (um dos lixos da globo) onde interpreta o bandido Jesse James que se veste de Denaide. Vida real e ficção se misturam. O falso bom mocinho mostrou seu lado bandido e de quebra revelou que no fundo quer ser mulher. Quem bate em mulher no fundo tem raiva delas por não ser uma. Ah se eu estivesse perto...

II) Segundo recente Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad), do IBGE, as mulheres catarinenses recebem apenas 40% do salário médio dos homens.

http://an.uol.com.br/2001/mar/04/0ecc.htm
Frases sobre Marido e Esposa

"A boa esposa fica satisfeita com um único marido."
(Plauto)

"Hoje em dia é muito perigoso que um marido dê atenção à esposa em público. Isso faz sempre pensar que lhe bate quando estão sós." (Oscar Wilde)

"Maridos: deveis abster-vos de contar à esposa as infâmias que vos fizeram as que a precederam. Não convém sugerir-lhe idéias." (Sacha Guitry)

"Uma esposa acredita de bom grado na inocência do marido."
(Heinrich von Kleist)

"Tão difícil é achar uma esposa amorosa como encontrar um esposo sempre afável com a sua mulher." (Textos Budistas)

"Que a esposa seja entregue logo ao marido que por ela anseia." (Catulo)

"Maridos são bons amantes principalmente quando estão traindo as esposas." (Marilyn Monroe)

"Uma esposa esperta tem mais poder sobre o marido do que o Estado."
(Ralph Waldo Emerson)

"Se os maridos das esposas infiéis desesperassem, enforcar-se-ia a décima parte da humanidade." (William Shakespeare)

"Ler e fumar na cama são duas coisas das quais as esposas reclamam dos maridos. Ora, por que elas não dizem isso antes de casar com eles?"
(Groucho Marx)

"Um marido é um homem que desejaria divertir-se tanto em suas viagens de negócio quanto a esposa pensa que ele se diverte." (Ann Landers)

"Se um de nós morrer, disse o marido para a esposa, eu me mudo para Paris." (Sigmund Freud)

"Quem dera que a lei para a esposa fosse igual à que é para o marido."
(Plauto)




div style="text-align: center;">BOA TARDE,ÓTIMA SEMANA, SEM SUFOCO!!