A ÁGUIA E A GALINHA

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

MALTRATO CONJUGAL!!


Maltrato conjugal – O que é isso?
Maltrato conjugal é um comportamento difícil para definir porque engloba um conjunto de sintomas que envolvem abuso físico e/ou emocional. Quando toma a forma de abuso emocional, é caracterizado por ridicularização verbal e/ou humilhações e padrões de negligência. Abuso físico envolve a ameaça de violência física e pode incluir tapas, empurrões e ataque físico proposital.

Maltrato conjugal é um padrão de comportamento que pode ser o resultado de vários fatores diferentes. Pode ser um comportamento adquirido por uma criança que observou esse comportamento entre os pais e passou a repeti-lo em seus relacionamentos adultos. Estudos mostram que os ofensores são geralmente motivados por sentimentos de falta de poder e insegurança. Maltrato conjugal aumenta o ego e providencia um falso sentimento de controle. Pode ser o resultado de sentimento falso de amor que resulta em comportamento possessivo e ciumento.

A sociedade está se tornando mais ciente do maltrato conjugal do que no passado. Anteriormente, mesmo se abuso bruto era denunciado às autoridades, a lei era relutante de ser envolver. Achava-se que o homem era o rei do seu próprio castelo e as autoridades tinham que ficar de fora. Tudo era no máximo visto como uma pequena infração. Essa mentalidade mudou. Se um homem ou mulher se sentem maltratados, agora existem mais organizações prontas para ajudar. Também há muitos sites da internet que oferecem informações, ajuda e conselho.

Maltrato conjugal - Quão grave é isso?
O maltrato conjugal é uma forma muito grave de exploração que irá escalar quando não tratada. Há um ciclo de violência que muitas vezes começa com um padrão de abuso emocional e verbal e se intensifica até que esse padrão se manifeste como uma forma de abuso físico. Abuso verbal é talvez mais sinistro do que o abuso físico evidente. Muito após das contusões pretas e azuis e dos ossos quebrados do abuso físico sararem, o abuso verbal continua silenciosamente destruindo a auto-estima da vítima.

O agressor clássico transmite uma mensagem para sua vítima de que ela é responsável pelos seus comportamentos negativos; que ela é um fracasso na maioria (ou em todos) dos papéis que ela está cumprindo, e que, longe dele, ela é impotente. As vítimas de abuso eventualmente passam a acreditar que são realmente impotentes e objetos de vergonha. Estatisticamente, relatos de mulheres sendo abusadas são mais comuns do que os dos homens.

Maltrato conjugal – O que a Bíblia diz?
Não encontramos em nenhum lugar das Escrituras Deus permitindo qualquer forma de maltrato conjugal. Colossians 3:18-19Em Colossenses 3:18-19, os homens são instruídos a amar suas esposas da mesma forma que Jesus amou Sua igreja. Esse tipo de amor é descrito como um tipo de amor sacrificial, o tipo de amor que busca o melhor para aquele que é amado. 1 Corinthians 13Abuso emocional e físico são formas de abuso totalmente opostas ao conceito de sacrifício; tais comportamentos são egoístas e egocêntricos. 1 Coríntios 13 ensina como o amor verdadeiro realmente é e tem muito a dizer sobre o que o amor não é. De acordo com esta passagem, o amor não é egoísta, não é facilmente agitado e não se comporta odiosamente. Claramente, o abuso não é uma demonstração do verdadeiro amor.

Uma interpretação errada de Efésios 5:22 levou alguns a pensar que o papel de submissão permite abusos de poder e / ou maltrato de um cônjuge. O verdadeiro significado desta passagem é uma demonstração do papel do marido como iniciador do amor incondicional, o que resulta no papel da mulher como aquela que responde, colocando-se de sua própria vontade sob sua liderança. Submissão não é algo a ser tomado, mas sim algo a ser dado.

Jane tinha sido vítima de maltrato conjugal por vários anos. Até quando o seu marido começou a dar socos e empurrões, ela não tinha cicatrizes visíveis de suas lesões. Depois de ter sido empurrada para baixo de escadas, ela procurou ajuda em um abrigo local para mulheres maltratadas. Seu conselheiro a incentivou a não voltar para casa até que seu marido concordasse em procurar ajuda para seus comportamentos abusivos. Depois de perceber que ele estava arriscando seu casamento, David concordou em buscar ajuda. Eventualmente, ele foi capaz de aprender a expressar seus sentimentos e encontrar formas significativas para desenvolver auto-estima. Jane e David mais tarde buscaram aconselhamento conjugal Cristão para ajudá-los a desenvolver um relacionamento amoroso genuíno.

Se você se encontra atualmente em uma relação abusiva, nós o (a) incentivamos a buscar ajuda imediatamente.










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