Este blog foi criado com a finalidade de denunciar os vários tipos de violencia contra as mulheres e contra todos os seres humanos.
A violência verbal é uma das piores agressões, a violência da subjetividade é outra das piores é aquela que aos poucos, assim como um veneno lento rouba a nossa indentidade e com o passar do tempo chegamos a conclusão que ja não sabemos mais quem somos????
OS DESAFIOS E AS CONQUISTAS DAS MULHERES ANA PATRÍCIA ARAÚJO BRAGA FABIANA ARAÚJO BRAGA MARIA DO SOCORRO LOPES A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
A sujeição da mulher em relação ao homem vem desde a antigüidade. Mas o movimento feminista organizou-se desde a Revolução Francesa. Naquele conturbado período, arregimentaram-se sociedades populares feministas que encaminharam à Assembléia Constituinte diversas petições, pleiteando a extensão as mulheres dos direitos concedidos aos homens. Houve quem defendesse a tese de igualdade dos sexos, porém esses projetos foram rejeitados em 1793. Concomitantemente, foi ordenado o fechamento das associações femininas. Esse fato demonstra que a Revolução Francesa não foi tão revolucionária como a história alardeia.
No século XIX a Inglaterra se tornou o centro das reivindicações fundamentais do feminismo, no referente à igualdade econômica, jurídica e política entre os sexos, culminado com a concessão do voto feminino em 1945. Observamos ao longo da história, nos últimos 100 anos, que a mulher mantêm uma atitude ambivalente ante seu ideal de emancipação social. Por isso só uma minoria tem conseguido realizar-se totalmente, na esfera da feminilidade e na área sócio-cultural. Isso depende, em grande parte, do preconceito ainda reinante de que existe uma incompatibilidade entre a cidadã e a mãe de família.
Não há dúvida que está em marcha um processo revolucionário em favor dos direitos da mulher. Embora persistam incertezas e desacordos, por isso não se possa falar ainda numa emancipação plena, a não ser num ou noutro setor, contudo tem havido progresso quanto a posição econômica, social, política, intelectual, artística, técnica e científica.
Muitas são as formas de violência contra a mulher. Algumas são visíveis, outras não. E as que não vemos a olho nu, trazem verdadeiro prejuízos e sofrimentos para a s vítimas. Entre elas está a violência verbal, que muitas vezes faz com que as pessoas deixem inclusive de produzir, tenham baixa auto-estima e se sintam envergonhadas, pois as palavras têm poder para fazer com que as pessoas se sintam importante ou totalmente inexpressiva, sem vontade de viver.
A mulher que é vitima da violência, talvez se sinta intimidada e tenham medo para romper o silêncio. Muitos autores , na área da sociologia da família , procuram enfatizar que no momento atual , a família atravessa uma crise, tudo por causa das injunções sócio –econômico- políticas de cada momento histórico.
As estatísticas mostram que 70% dos registros de violência contra a mulher aconteceram dentro de casa. Em quase todos os casos, o criminoso é o próprio marido ou amante. E mais de 40% dos abusos incluem lesões corporais graves, causadas por socos , tapas , chutes e espancamentos.
No Brasil um homem que mata a esposa por suspeita de adultério pode ser absolvido pelos tribunais, sob o argumento de que agiu em legítima defesa da honra. O perfil dos opressores é muito variado: são ricos ,pobres, brancos, negros, cultos ou não. A violência doméstica não é subproduto da miséria : 147.000 vítimas deram queixa em delegacias da mulher até outubro de 2000. No Brasil , existem 275 Delegacias da Mulher, presentes em 5% dos municípios .
Economicamente as mulheres de um modo geral mantém-se dependentes de seus maridos , através de uma divisão desigual do trabalho a ser realizado por exemplo , aí incluindo as atividades dentro e fora de casa , bem como os baixos salários. Tal situação torna mais difícil para as mulheres abandonarem seus parceiros violentos, se assim o desejarem fazer . A lei 9099 possibilita que os crimes de menor potencial agressivo e os que causam lesões leves sejam julgados em Juizado Especial Criminal . É alarmante o número de mulheres que permanecem convivendo com os maridos, não somente elas mas os filhos que também são vítimas.
Não podemos esquecer que a violência gerada no lar se propaga para toda a sociedade. Em Nova York, por exemplo , lançou uma campanha , afixando grandes painéis nas estações de metrô , de mulheres espancadas . E como resposta à campanha , as denúncias aumentaram 14% e , segundo pesquisas realizadas em setembro de 2000 , a cada 12 segundos uma americana é espancada pelo homem. Na África do Sul , a cada 60 segundos , uma mulher é morta ou violentada. No Japão 59% das mulheres sofrem agressão dos maridos ; no México são 30% e nos Estados Unidos 28%. Os grupos considerados de risco pelos estudiosos da área de saúde , devem levar em consideração a desigualdade entre sexos, experiência prévia de violência na família de onde vieram; gravidez na adolescência ; período certo de namoro antecedendo a coabitação /casamento; uso abusivo de substancia psicóticas; mormente bebidas alcoólicas , envolvimento dos filhos nos conflitos dos pais etc. Todos esses dados são considerados indicadores úteis para se prever o aparecimento de violência nas relações conjugais . Nos Estados Unidos , as mulheres que precisam fugir dos maus tratos, contam com 1500 abrigos públicos. No Brasil , existem apenas 26 casas de abrigo.
Nos países africanos , a violência contra a mulher vem de antigas tradições . A mutilação genital feminina é uma das piores violências . Ela é respeitada entre as comunidades africanas por ser o principal ritual de passagem da infância para a maturidade. Entre as comunidades que aceitam esta prática , acredita-se que através da MGF( mutilação genital feminina) as meninas irão conservar a virgindade , garantindo assim um bom casamento. A prática também pretende conter os desejos sexuais das adolescentes, e ainda conferir uma estética mais saudável à genitália feminina.
Pesquisas mostram que os danos causados por essa prática têm contribuído para o alto índice de depressão , hemorragias e problemas urinários.
Mulheres africanas têm sofrido heroicamente , em silêncio . Muitos tabus ainda prevalecem. Na África , 44% das mulheres se casam entre 10 e 19 anos, muitas vezes antes mesmo da menstruação . As conseqüências disso são desastrosas e revelam uma cadeia de sofrimento que muitas vezes leva à morte .
Os motivos que levam os pais a aceitarem essa prática são muitos e extremamente complexos. Primeiro por causa da pobreza nas áreas rurais , segundo garantem a honra da família. Uma menina que perde a virgindade é deserdada da família.
Encurraladas numa teia de tradições e superstições milenares, garotas africanas são submetidas a uma vida de dor e angústia . Mas a Visão Mundial que é uma organização não governamental , está realizando um trabalho de apoio e lutam para acabar com tudo isso. Líderes religiosos e educadores tentam conscientizar os governantes para os horrores das tradições e crenças que desrespeitam a vida humana , especialmente aquelas que ferem os direitos de quem não tem voz para gritar : a criança.
DORMINDO COM O INIMIGO
"Peguei Aids do meu marido". Esse é o relato de um número considerados de mulheres que foram contaminadas pelo vírus da Aids sem pertencer a nenhum grupo de risco, apenas levando a vida corriqueira de uma mulher casada.
Quando um homem e uma mulher decidem viver juntos , eles estão dividindo mais do que um sonho ou uma paixão de formar uma família. É um gesto de confiança , um acordo de que os dois vão responsabilizar-se um pelo futuro do outro _ e os dois pelo futuro dos filhos. Nem sempre funciona dessa forma , como mostram os números. A Aids , que já atingir milhares de pessoas no mundo todo . há muito deixou de ser um mal só de homossexuais, travestis , prostitutas e viciados em drogas. A doença entrou na casa das pessoas e está contaminando mães , esposas e filhos.
A incidência entre as mulheres está aumentando por uma trágica combinação de fatores biológicos , econômicos e sociais.
No avanço da Aids entre as mulheres , está também o crescimento de um tipo ainda mais cruel de contaminação : é a transmissão da mãe soropositiva para os filho.
No Brasil , é a Segunda doença que mais vítimas faz entre mulheres de 20 a 50 anos. Nessa faixa de idade , a Aids matou no Brasil , apenas em 1996, 2600 mulheres. Segundo pesquisa feita pelo Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids da USP.71% das mulheres soropositivas contraíram o vírus do marido, noivo ou namorado.
Em 1985, a proporção entre homens e mulheres com Aids, era de 25 homens para uma mulher. Hoje é de dois homens para uma mulher. Crianças contaminadas ao nascer , em dez anos , os casos aumentaram quase vinte vezes: 33 em 1987e 641, em 1996.
O avanço da Aids entre as mulheres , da forma como vem ocorrendo, exige que a as pessoas pensem um pouco mais nos seus relacionamentos íntimos. O casamento é uma aliança que envolve rotina, uma base sólida para a criação dos filhos e a manutenção da família. É uma instituição que passa por ciclos. Os dois se perguntam se valeu a pena o esforço que fizeram no passado e se o casamento merece uma chance no futuro. Elas anseiam pelo romance, eles querem mais sexo, e assim acontece a traição, sem camisinha como se vê.
Os homens que transmitiram Aids para suas mulheres falam com remorso, têm medo dos comentários de colegas de trabalho e até mesmo da reação dos filhos sobre como pegou a doença e por ter contamina a esposa.
A única forma de não engrossar as estatísticas da Aids é usar o bom senso e a camisinha. Não é tão simples, mesmo porque as mulheres que são contaminadas em geral não tinham motivo para suspeitar do risco que corriam junto de seus parceiros.
As pessoas devem agir com mais responsabilidade, sobretudo os homens, e talvez com um pouco mais de malícia, sobretudo as mulheres. A mulher casada que tenha a mais leve desconfiança de que seu marido mantém relações extraconjugais precisa exigir a camisinha. É sua mais eficiente arma de proteção contra o desrespeito do marido.
A vida atrás dos véus
O mais enérgico movimento social a emergir no Irã desde de 1979 , foi o das mulheres. Apesar de se esconderem sob véus elas conquistaram posições importantes no governo, na universidade e na imprensa . Mas não é uma situação comum no mundo islâmico , sobretudo nos países árabes . Ao contrário, as mulheres são privadas de direitos básicos . No mercado de trabalho o número de mulheres dobrou nos últimos 20 anos. Em outros lugares existem mais mulheres nas universidades do que homens. Ainda assim , elas continuam inferiores perante a lei e sem presença na política.
O hábito da exclusão das mulheres é tão arraigado que intérpretes radicais do Corão estão se sentindo à vontade para pregar seu obscurantismo mesmo países onde os muçulmanos são minoria.
A situação de inferioridade da mulher no Irã , decorre sobretudo dos costumes patriarcais , mas a religião desempenha seu papel. Inspiradas nos preceitos do Corão, a lei concede ao marido o direito de:
repudiar a mulher, sem que ela possa contestar. A mãe divorciada só pode criar as filhas até os 12 anos e os filhos até os 10 anos. A viúva não tem direito à herança de marido ( repartida entre os homens da família ). Os chamados "crimes de honra " são pais ou irmãos que matam a filha ou irmã solteira suspeita de conduta sexual imprópria ,etc. algumas estatísticas em favor das mulheres
A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou um balanço que traça o perfil da mulher brasileira, no final do milênio :
no quesito trabalho , ocorreram mudanças entre 1992 e 1999.A participação feminina no mercado de trabalho subiu de 38,8% para 40,3%. A educação melhorou : a porcentagem de trabalhadoras, que concluíram o segundo grau , cresceu de 14,7% para 20,4%. A taxa de fecundidade continua caindo : 56,6% das trabalhadoras estão no setor de serviços; 40,3% da população ocupada é feminina ; 26% das famílias são chefiadas pelas mulheres ; 20,4% concluíram o segundo grau.
E O PRINCIPE VIROU UM SAPO! PERDEU O ENCANTO SE TORNOU CHATO! QUIZ ME VAMPIRIZAR DE FATO, COM SEUS ATOS E PALAVRAS CRUEIS, QUIZ MUDAR AS BOAS COISAS QUE EU TINHA EM MIM! ROUBOU MINHA ALEGRIA DE VIVER,AFASTOU OS AMIGOS PARENTES E CONHECIDOS, TIROU-ME TUDO O QUE EU TINHA, ME ISOLOU DE TODOS,ME APRISIONOU EM SUAS MURRALHAS, FUI PERDENDO O SENTIDO DA VIDA,ELE CONSEGUIU E MATOU-ME EM VIDA! E O MOCINHO, VIROU BANDIDO,NUM DIABO EM FORMA DE GENTE ENDRUSTIDO,ENGANOU-ME DIREITINHO QUANDO DISSE QUE ME FARIA FELIZ PRA SEMPRE, SÓ ENCONTREI UMA FORMA DE AMAR DOENTE, INCUTIU NA MINHA MENTE COISAS RUINS QUE ME BOTARAM PARA BAIXO, ME PERDI NA ESCURIDÃO QUE VOCE ME COLOCOU, E AGORA NÃO CONSIGO A LUZ ACHAR, ESSE CASTELO DE MURALHAS INTRANSPONÍVEIS , NÃO CONSIGO ESCALAR. AINDA DIZ ME AMAR, MAS QUER AINDA MAIS ME APRISIONAR. POR MAIS QUE FAÇA, ELE ERGUE A TAÇA QUE NADA ESTÁ BOM, NUNCA É SUFICIENTE ATÉ PARECE QUE NÃO SOU GENTE, APENAS UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO TUDO QUE EU FAÇO, ELE POE DEFEITO,É ESSE O SEU JEITO DE CRITICAS CONSTRUTIVAS,ATÉ BRURRA ELE ME ACHA! E O PRINCIPE VIROU UM CHATO, CADA VEZ MAIS RUIM DE FATO! É NITROGLICERINA PURA DE TANTO QUE ME INJÚRIA. ESSE É MEU PRINCIPE, MEU SAPO! ISSIS ANTUNES
ATÉ QUANDO? VAMOS AGUENTAR, ESSE TERRORISMO CONTRA AS MULHERES, ATÉ QUANDO? AS MULHERES SERÃO ESCRAVIZADAS, HUMILHADAS, ENCARCERADAS DENTRO DOS SEUS PROPRIOS LARES, E OS SEUS FILHOS TRAUMATIZADOS ASSISTEM AQUELA CENA HUMILHANTE TODOS OS DIAS E COM O PASSAR DO TEMPO SE TORNA COMUM,TODOS VÊEM, TODOS SABEM E NÃO FAZEM NADA! OU FINGEM NÃO VER AS MULHERES MARCADAS DE TANTA PANCADA. GERALMENTE AS MULHERES AGUENTAM ESSA HUMILHAÇÃO PORQUE NÃO TÊM AONDE IR, AONDE SE ESCONDER, POR MEDO DE APANHAR OUTRA VEZ, NÃO PODEM SAIR DE CASA POIS SÃO VIGIADAS O TEMPO TODO! PORTANTO NÃO PODEM IR A DELEGACIA DAS MULHERES PARA FAZER DENÚCIA E A INSEGURANÇA E O MEDO DE COMO PODER SUSTENTAR OS FILHOS,GERALMENTE ELAS NÃO TEM PROFISSÃO, POR FALTA DE OPORTUNIDADES DEVIDO AS CIRCUNSTÂNCIAS E O ESTADO DE VIDA QUE VIVEM E POR ESSE MOTIVO VÃO AGUENTANDO ESSE TIPO DE HUMILHAÇÃO ATÉ QUE FIQUE INSUSTENTAVEL E ELA TENHA FORÇA PARA DAR UM BASTA, JOGUE TUDO PARA O ALTO OU ATÉ QUE ELA AGUENTE TUDO E MORRA POR DENTRO OU POR FORA, QUER DIZER ATÉ QUE ELE A MATE REALMENTE! SERÁ QUE NINGUEM PENSARÁ EM FAZER ALGO POR ELAS E POR TODAS NÓS????
TENHAM UM BOM DIA!!
terça-feira, 27 de abril de 2010
VIRE A PÁGINA DA SUA VIDA, TENHA UM BOM DIA!!!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Vida sem violência Por Pedro J. Bondaczuk
A mulher, nunca é demais enfatizar, é a matriz e a guardiã da vida. É mãe, educadora, companheira, amante, amiga, administradora, conselheira, psicóloga, disciplinadora, médica, economista e tudo isso (e muito mais), simultaneamente. Todos sabem que não se trata de nenhum exagero. Mas daí ao reconhecimento vai uma distância imensa. Não basta a criação de um dia específico do ano, como o 8 de março, para homenagear a mulher. Ela merece, pela importância que tem na vida de todos nós e, por conseqüência, na civilização e evolução dos povos, muito mais do que isso. É digna de permanente, contínua, interminável e cotidiana reverência. Não é, infelizmente, o que ocorre, em pleno século XXI.
Até a sábia natureza compensou, com sobras, a mulher. Mas seu parceiro e teórico aliado, reluta em admitir o óbvio: os seus direitos à parceria, à igualdade de tratamento e jamais à sujeição, seja por qual meio for e, principalmente, pela violência. Para fazer frente à sua relativa menor força muscular, por exemplo, a natureza dotou-a de maior resistência do que o homem. A mulher suporta melhor a dor e vive, em média, cinco anos a mais, mesmo sendo, ao longo da vida, exigida com muito mais intensidade do que seu companheiro. Consegue aliar suavidade e doçura à energia e coragem. É forte, sem perder a ternura. É a fonte da razão, mas adoçada com emoção.
Como admirador e amante incondicional da mulher (fui gerado, nutrido, amparado e educado por uma; sou casado com uma, que é companheira leal e abnegada com quem posso sempre contar para o que der e vier e sou pai de três) estive, estou sempre estarei engajado nessa luta pela igualdade de direitos e de deveres entre os gêneros. Porque ela é justa. Porque ela é lógica. Porque ela é construtiva e, portanto, sumamente necessária.
Vida sem violência, para qualquer pessoa (e, claro, para a mulher também), não é um prêmio, uma dádiva ou um excepcional ato de generosidade de quem quer que seja. Trata-se de inalienável e sagrado direito, que segue sendo, contínua e sistematicamente, violado. E diariamente, em todas as partes do mundo. E, o que é pior, na maior parte das vezes impunemente. Isso precisa acabar, em nome da justiça, da razão, do progresso e da civilização.
A Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI) constatou que, naquele país, a cada 18 segundos, uma mulher é espancada por um homem. A situação é tão grave, que levou o então presidente norte-americano, Bill Clinton, em 20 de janeiro de 1995, a citar esse escandaloso dado, e apelar, por conseqüência, à população, para que pusesse fim a esse tipo criminoso de conduta. Ressaltou que se tratava de uma vergonha nacional. E mencionou a questão não em algum pronunciamento informal qualquer, mas no discurso sobre o "Estado da União".
Trata-se de um balanço anual, na abertura dos trabalhos do Congresso, em todos os anos, feito tradicionalmente pelos presidentes norte-americanos, abordando as conquistas e os problemas a resolver desse país. Mas os Estados Unidos não são os únicos a conviver com esse grave desrespeito aos direitos humanos.
Dados da União Européia, por exemplo, dão conta de que a violência doméstica afeta a pelo menos 4 milhões de mulheres na Europa Ocidental. E esses números podem ser, tranqüilamente, multiplicados por dez, já que, por medo ou por vergonha, apenas cerca de 10% das vítimas denunciam as agressões que sofrem.
No Leste europeu, a situação não é muito diferente. Pelo contrário, tende a ser até mais grave. Na Rússia, para se ter uma idéia, dados oficiais, divulgados pelo governo, registraram, apenas em 1994, 15 mil mortes de mulheres, vítimas de maus-tratos dos maridos. Quantas foram as feridas? Nada foi divulgado a respeito. Quantas sofreram lesões leves, simples escoriações, que machucam mais a alma e o amor próprio do que o corpo? Podem ser calculados, sem muito esforço, aos milhões.
Se na maior parte do mundo, as estatísticas sobre espancamento de mulheres são escassas e incompletas, no Brasil há uma profusão delas, o que mostra que essa prática é bastante difundida no País. Claro que uma quantidade ínfima, irrisória dos casos, chega ao conhecimento das autoridades. Isso, pelas mesmas razões da maioria dos países: medo ou vergonha. Por exemplo, a Comissão Parlamentar de Inquérito, instalada no Congresso Nacional em 1992, para investigar a violência contra a mulher, apurou que, no Brasil, a cada 4 minutos, acontece um caso de agressão física contra pessoas do sexo feminino. Todavia, aqui, como em qualquer parte, a impunidade predomina, o que serve de incentivo para o aumento do delito.
Dos 19.284 boletins de ocorrência policial que registraram lesão corporal nas mulheres, no ano de 1994, menos de 5 mil se transformaram em inquéritos. E dos que chegaram ao Judiciário, a esmagadora maioria não deu em nada: ou porque as vítimas retiraram a queixa, ou por decisões desastradas, e logicamente injustas, dos juizes aos quais couberam essas causas.
Para a Organização Mundial de Saúde, a violência doméstica, além de se constituir em crime, é um problema de saúde. A entidade constata que mulheres agredidas constantemente perdem um ano de vida saudável a cada cinco anos. Pesquisa da Organização Mundial de Saúde mostra que uma, em cada três moradoras de cidade de São Paulo, é vítima da violência.
E o que diz a legislação brasileira a respeito? A lei caracteriza o espancamento como crime de lesão corporal, conforme o Artigo 129 do Código Penal. A pena, no entanto, depende da gravidade da ocorrência. Na lesão corporal de natureza leve, ou seja, quando se ofende a integridade corporal e a saúde da vítima, a pena prevista é de até um ano de reclusão. Dificilmente, no entanto, o agressor condenado cumpre essa sentença. Em geral, ela é transformada em multa, que chega a ser risível, de tão irrisória.
Na lesão corporal de natureza grave, quando o agressor causa incapacidade para ocupações usuais por mais de 30 dias na vítima; coloca em perigo sua vida; debilita permanentemente membro, sentido ou função ou acelera parto, a pena é de um a cinco anos de reclusão. E na de natureza gravíssima, a que causa deformidade permanente, aborto, incapacidade permanente para o trabalho, enfermidade incurável ou perda ou inutilização de membro, sentido ou função, a pena prevista pelo Código Penal é de dois a oito anos de reclusão.
Pesquisas nacionais, claramente subestimadas, revelam que 23% das mulheres brasileiras são sujeitas à violência doméstica. E sessenta por cento das agressões, no Brasil, são cometidas pelos próprios parceiros das vítimas, maridos ou namorados, o que mostra que o perigo maior nem sempre está nas ruas, mas na maioria das vezes dentro da própria casa.
Repito, pois, o que tenho escrito, há já quatro anos, nesta data e neste espaço, e que, infelizmente, tem caído sistematicamente em ouvidos moucos: “Façamos, em nome do amor que nutrimos por nossas mães, nossas filhas, nossas avós, nossas namoradas, nossas esposas e nossas amigas, de todos os dias do ano, um DIA INTERNACIONAL e interminável DA MULHER!!!”
Tenham uma ótima semana e um bom dia!!!
domingo, 25 de abril de 2010
Oração dos Casais
Obrigado, Senhor, pelo amor que nos une! Abençoa, Senhor, esse amor, para que seja, a cada dia, mais novo e criativo! Novo, para recomeçar sempre e com mais entusiasmo; novo, para sustentar-nos nas horas de crises e dificuldades; criativo, para compreender as pessoas que caminham ao nosso lado; criativo, para estender a mão aos irmãos carentes. Novo e criativo, para ser força transformadora na Sociedade em que vivemos. Novo e criativo, para ser fonte geradora de paz, de harmonia e de filhos de Deus livres e conscientes. Abençoa, Senhor, todos os casais que confiam em ti, que confiam no amor e num mundo melhor.
"Amar é uma das mais belas e grandiosas características da criatura inteligente. Pois somente quem compreende o valor de uma vida, a importância de um gesto, a simples linguagem da beleza e da harmonia, o envolvimento de um carinho, a sensação de um olhar, a necessidade dos outros, a falta de um apoio, o valor de uma amizade, o aperto ao contemplar a dor e o sofrimento, o papel silencioso da natureza ou quem, às custas do seu sacrifício, se entregar aos demais para que superem seu momento, poderá dizer que realmente amou. Somente é possível amar com inteligência. Porque é através do amor que interpretamos os segredos contidos na imensidão do Universo e conseguimos transformá-los num SIMPLES suspiro de vida. Quem diz que ama no arrebatamento de um ato emocional, estará na verdade exteriorizando a necessidade de uma compensação por carência. O amor não pode nem deve se manifestar impulsivamente; ao contrário, o amor tem de ser consciente e pleno, total e íntegro, pois abrange a capacidade de entrega, sacrifício e renúncia. Somente quem pensa coerentemente, ama com pureza e plenitude. Quem ama com sabedoria é quem poderá transcender qualquer sacrifício. Amar não será nunca indiferença nem conivência, o tão comumente "respeito" que vocês utilizam para evitar serem cobrados de uma atitude. É correto que não pode haver cobrança mútua numa relação, mesmo de amizade, mas isso não implica em que amar signifique tolerar ou permitir desmandos, ou utilizar-se desta "liberdade" para agir sem culpa, permitindo evadir-se de algumas responsabilidades. O respeito é , no amor, a liberdade de aprender conjuntamente, a lealdade, o carinho, a oportunidade de ser um e o prazer de ser feliz. Para amar é necessário compreender o porquê de ser, de pensar, de sentir, e de precisar dos outros. Quem tiver a consciência de existir terá a alegria de ser o amor. O simples ato de ser consciente será a manifestação do mais puro e total amor encarnado, uma condição pura de oferta à procura de satisfazer qualquer necessidade. Sem uma mente clara, equilibrada e desimpedida para ver, sentir e compreender a extensão de um ato, dificilmente poderá chegar a amar conscientemente. Quem conhece a vida plenamente, conhece e vive o amor. Ser a vida e ser amor e amado..."
Depoimento de Oxalc (Extraterrestre de uma Lua de Júpiter)
COMEÇE ESSE DIA REFLETINDO SOBRE O AMOR!! TENHAM UM DIA ILUMINADO!!!
A violência verbal normalmente se dá concomitante à violência psicológica. Alguns agressores verbais dirigem sua artilharia contra outros membros da família, incluindo momentos quando estes estão na presença de outras pessoas estranhas ao lar. Em decorrência de sua menor força física e da expectativa da sociedade em relação à violência masculina, a mulher tende a se especializar na violência verbal mas, de fato, esse tipo de violência não é monopólio das mulheres. Por razões psicológicas íntimas, normalmente decorrentes de complexos e conflitos, algumas pessoas se utilizam da violência verbal infernizando a vida de outras, querendo ouvir, obsessivamente, confissões de coisas que não fizeram. Atravessam noites nessa tortura verbal sem fim. "Você tem outra+o).... Você olhou para fulana+o)... Confesse, você queria ter ficado com ela (e)" e todo tido de questionamento, normalmente argumentados sob o rótulo de um relacionamento que deveria se basear na verdade, ou coisa assim. A violência verbal existe até na ausência da palavra, ou seja, até em pessoas que permanecem em silêncio. O agressor verbal, vendo que um comentário ou argumento é esperado para o momento, se cala, emudece e, evidentemente, esse silêncio machuca mais do que se tivesse falado alguma coisa. Nesses casos a arte do agressor está, exactamente, em demonstrar que tem algo a dizer e não diz. Aparenta estar doente mas não se queixa, mostra estar contrariado, "fica bicudo" mas não fala, e assim por diante. Ainda agrava a agressão quando atribui a si a qualidade de "estar quietinho em seu canto", de não se queixar de nada, causando maior sentimento de culpa nos demais. EXIJA RESPEITO:
DIGA NÃO A VIOLÊNCIA VERBAL!!!!! TEN HA UMA ÓTIMA TARDE, SE AME VOCE NÃO É O QUE FALAM E SE FALAM E DAÍ, O IMPORTANTE MESMO É O QUE VOCE ACHA DE VOCE E NÃO OS OUTROS, PENSE NISSO!! TENHA UMA BOA TARDE!!!
ESTOU AQUI PARA TE DIZER QUE VOCE NÃO ESTÁ SOZINHA, DEUS ESTÁ CONTIGO E EU TAMBÉM , SEMPRE TE DANDO FORÇA E CORAGEM!!! TENHA UMA BOA TARDE COM DEUS NO SEU CORAÇÃO!!!