Powered By Blogger

A ÁGUIA E A GALINHA

A ÁGUIA E A GALINHA
A ÁGUIA E A GALINHA

Conheçam o meu livro: MARIA, MADALENA,AMÉLIA, CÚ.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Sonho Impossível - Maria Bethania

AGUIAS QUE FALAM! BOA SEMANA!!!

domingo, 21 de março de 2010




CADA UM COM SEU CADA UM
Cada macaco no seu galho. Cada pássaro em sua gaiola. E cada cavalo no seu estábulo. Cavalo? Adverti sobre cavalos? Talvez por que tivesse ficado horas a fio observando um veterinário de renome e conhecidíssimo naquela região, em seu trabalho cotidiano. Ele parecia um médico. Aliás, ele era um médico. A diferença é que cuidava de seres irracionais.

Uma cena de visão dúbia: sabia da importância de “etiquetar” os animais, mas sabia também, o quanto aquilo era doloroso para o animal. Deus nos acuda. Ele estava carimbando os cavalos. Eu não sabia nada sobre medicina veterinária, menos ainda sobre os nomes daqueles equipamentos cirúrgicos. Só conseguia ver que tinha brasa na ponta, e que era feito de ferro. O veterinário, com todo cuidado, aquecia o equipamento e o impregnava na parte traseira do animal. Esta cena deve ter se repetido aproximadamente umas dez vezes, em cavalos dos mais diferentes tipos e raças. A reação inicial do animal era comum: Um coice. Revide ao aquecimento doloroso.

Imagine você sendo queimado por um ferro à brasa. Mas logo depois se acalmava. Mas, o que mais chamava a minha atenção, era a reação deles, ao perceber que o médico estaria aquecendo novamente o equipamento. Eles rodopiavam nervosos e agitados. A sensação era de que, uma vez marcados, já tinham aprendido a lição. Sabiam o quanto era árduo e doloroso e não queriam novamente a este ritual se subordinarem.

Quem dera os humanos fossem assim. Da ficção para a realidade. Mulheres, cadê os animais que moram dentro de vocês? Sinto que é hora de aprender com os irracionais. Somos vítimas da violência doméstica. Somos estupradas, espancadas, maltratadas. Somos usadas, colocadas à mercê da vontade daqueles com os quais resolvemos nos acorrentar. Neste caso é corrente. Pra não chamar de algemas, e dizer que, estas mulheres, são sujeitas ativas para aumentar ainda mais a pressão dos elos. E, conseqüentemente, serem sufocadas por esta compressão. A maioria delas acredita que as chaves, só os respectivos esposos têm. Ledo engano. Desatem os nós. Livrem-se das correntes. Não podemos permitir que o tratamento que nos foi dado equivocadamente há anos, de seres frágeis, nos escravize. Isso é escravidão!
Só mudaram as vítimas, a cor da pele e as questões sociais.
Mudaram o cativeiro. Somos presas dentro de nossas próprias casas, impedidas de dialogar, vítimas de espancamentos dos mais diversos, sem açoite. E eles, os réus confessos, se escondem atrás das drogas lícitas e ilícitas, atrás dos problemas de cunho social, atrás de suas próprias máscaras. Coitados? Coitadinhas de nós.
Mas, por favor retirem o dó. Ainda bem que criaram as delegacias de mulheres. Não se assustem: 70% daquelas que fazem representação contra a violência, desistem antes mesmo de gerar um processo. A resposta delas é sempre a mesma.

- Tenho medo do que ele vai fazer comigo.

È como ganhar uma máquina de lavar de última geração e ser impedida de usar porque a conta de luz vai ficar mais cara. Uma aberração. O amor-próprio deve ter saído pra comprar cigarros e nunca mais voltou. Ainda bem que não tivemos notícia da morte dele. Isso faz com que tenhamos esperança no seu retorno. Cada um com seu cada um. E assim... Os cavalos continuam sendo carimbados. E as mulheres... Continuam acorrentadas, marcadas e escravizadas. Realidade nua e crua. Doa a quem doer.
Mônica Mello
Publicado no Recanto das Letras em 09/12/2008

Amor e seu tempo - Carlos Drummond de Andrade

MINHAS POESIAS: O TEMPO


O TEMPO!
O TEMPO ME ALCANÇOU E EU NÃO TE ENCONTREI.
NOSSAS ESTRADAS SÃO TÃO DIFERENTES, TALVEZ DISTANTES..
E EU SONHEI, UMA VIDA INTEIRA EM TE ENCONTRAR, E SÓ VI O TEMPO PASSAR,
DORMI NO TEMPO, É TARDE AGORA.
VOCÊ AGORA TEM SEU CANTO E EU TENHO O MEU.
O TEMPO PASSOU E EU PERDI O TREM.
AGORA É TARDE.
NUNCA TE ACHEI, ONDE VOCÊ SE ESCONDEU,OU SERÁ QUE A VIDA NOS ESCONDEU DE NÓS?
ISIS ANTUNES
NUNCA TE ACHEI,
O TEMPO CHEGOU SEM DÓ E EU PERDI O TREM, MATEI TODOS OS SONHOS,
E NUNCA MAIS TE ACHEI???
ISIS ANTUNES


Amor e seu tempo - Carlos Drummond de Andrade

sábado, 20 de março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

Mulheres Escravizadas

CONTINUAÇÃO DO LIVRO CÚ




MARIA

Teceiro capítulo

Um mundo novo
As viagens
__________________________


Henrique sempre que podia levava Isis junto com ele quando ia fazer corrida de táxi, principalmente quando era fora da cidade, nas imediações, sempre viagens curtas, mas para ela era muito bom, principalmente colocar seu rosto na janela e sentir a liberdade o vento, sentir e ver a natureza, o cheiro do mato, o verde das matas, os animais ao longe, tudo era mágico, parecia que ela via os seres pequenos da mata, ora em cima das árvores, ora no chão trabalhando, as vezes lhe acenavam com as mãos, ela falava com seu pai mas ele nada via, acho que pensava coisas de criança,Isis sempre cobrava e ele nunca negava sempre que podia a levava.
Um dia em uma de sua viagens ele achou um filhote de raposa, levou para casa mas linda ficou com medo por causa de Isis e pediu para que ele levasse embora, o que ele fez com o filhote nunca se soube.
Júlia tinha um carinho especial por sua neta, nessa época ela freqüentava a casa da sua filha, gostava muito de Henrique seu genro, estava morando na capital São Paulo e sempre que podia vinha visitar as filhas.
Um dia ela chegou dizendo:
-Amanhã eu volto para São Paulo e pretendo levar Isis comigo, não adianta retrucar, está decidido.
Quando Isis ouviu ficou felicíssima, pela primeira vez ela iria viajar de trem, conhecer a Maria Fumaça era tudo de bom.
Quem consegue dizer não quando olhinhos castanhos, lindinhos pedem com tanta candura!
O encanto começou na viagem de trem, ela foi do lado da janela, olhando as coisas mais belas,a linda estação, passa poste, passa trilho, tudo tem mais brilho no verde das matas, nas alturas das montanhas, nas cores das vacas e dos cavalos,as diferentes estações que ficaram para traz, o punhado de gente, aqui e acolá, a estradinha tão pequenina e olhe as meninas, grande e pequenas nunca são as mesmas é sempre coisa nova, muita coisa pra ver, tão rápido e depressa.que vento danado soprava seu rosto, despenteava seus cabelos, outras horas iam embora e depois voltavam de outro lado.eram cidades, casas, paisagens e animais que não acabavam mais.
A estação em São Paulo era grande demais na cidade tudo era muito alto, eram casas, prédios, pessoas bondes, ônibus que não acabavam mais,eram tantas pessoas, tudo alto e longe demais, meu medo era de me perder da minha avó e não achar ela mais.
Como fiquei cansada a viagem não acabava mais, o cansaço era tanto que tudo perdia a graça e não tinha mais aquele encanto, o barulho já me incomodava, até que finalmente o ônibus parou no ponto e nós descemos no bairro do Tatuapé.


Issis Antunes

quarta-feira, 17 de março de 2010

A VERDADEIRA LIÇÃO PARA O CASAL APAIXONADO!


UM CASAL APAIXONADO
Certa vez ouvi uma historia que ficou marcada na minha memória, então agora vou tentar descrevê-la da melhor forma possível...

Esta é a historia de dois jovens índios que se amavam loucamente, e por este amor ser tão lindo, eles tiveram a idéia de se de prender e de eternizar este amor.
Sim eles queriam estar sempre juntos e eternizar este amor, mas não sabiam como fazê-lo, então o homem do casal foi ate o sábio e perguntou a ele:
-Sábio tenho uma companheira, somos muito felizes e por isto queríamos estar sempre juntos e eternizar este sentimento, mas não sabemos como fazê-lo...
O senhor poderia nos ajudar?
O sábio admirando, sorriu e mandou que ele chama-se a sua companheira.
Quando ela chegou em sua tenda, ele os separou dizendo:
-Você Touro Bravo pela manhã, deverá partir e encontrar um falcão formoso, lindo e muito saudável, então capture-o e traga-o vivo para mim.
-Você Luz do Sol também deve partir fazendo a mesma coisa, só que eu quero de você uma linda águia, saudável e robusta, porem não deve feri-la, pois eu a quero muito viva aqui.
Em seguida o casal saiu da tenda, se despediram muito animados, pois eles pensaram que o sábio iria lhes dar uma eternidade de amor.
Pela manhã cada um foi para um lado, e apos alguns dias tentando capturar os pássaros, eles voltaram à tribo, cada um com a sua presa.
De imediato estando muito orgulhosos de ter conseguido os pássaros, eles foram procurar o sábio, porem este mandou que eles descansassem, porque só pela manha iria vê-los.
Assim aconteceu, na manhã seguinte o casal apaixonado visitou a tenda do sábio, então este fez com eles carregassem as suas presas enquanto caminhavam em direção ao topo de uma linda montanha.
O sábio com uma corda na mão, disse aos dois...
-Agora eu quero que vocês amarrem os pés do passaro do outro.
O casal amarrou como lhe foi pedido. Em seguida o sábio ordenou aos dois que eles lançassem seus pássaros ao vento, e eles o fizeram...
Naquele momento os pássaros começaram altivos a voar, mas de repente eles tiveram dificuldades voando com os seus pés atados...É não demorou eles começaram a se bicar, a se machucarem e finalmente cansados, eles cairão juntos e começaram a se rastejar pelo caminho.
Surpresos os índios se olharam e perguntaram ao sábio.
-Sábio porque isto, porque eles se destroem?
E o sábio lhes respondeu:
-Vocês são como este falcão e esta águia, portanto se vocês estiverem amarrados um ao outro ainda que seja por muito amor, vocês um dia se machucarão e em breve estarão se arrastando como estes dois que brigaram, caíram e não podem mais se levantar... Olhem bem estes pássaros e pensem nisto, se quiserem que o seu amor perdure para sempre, aconselho que vocês voem juntos, pois o dia que vocês amarrarem os pés do outro, o seu amor cairá como eles caíram, pois no amor é necessário que as asas de cada um funcione bem para renovar suas forças e os seus sonhos...

Moral da historia: somente livres as pessoas são capazes de amar!
Glaucia

Romantico- mais visto no Mundo - Amor de verdade - legendado

terça-feira, 16 de março de 2010

Pensamentos Textos Poesias: Agressão Verbal

Pensamentos Textos Poesias: Agressão Verbal

डा AGRESSÃओ वेर्बल अ FÍSICA


Em graus variados, a violência está presente na vida da maioria das pessoas, de todas as idades, sem distinção de raça, credo, sexo, cultura e classe social. Entre as principais vítimas, destacam-se as mulheres, para as quais a máxima “lar, doce lar” nem sempre é verdadeira: entre as mulheres que sofreram algum tido de violência e receberam atendimento na organização não-governamental SOS Mulher, 85% foram agredidas dentro de casa e, em mais da metade dos casos, o agressor era o companheiro ou um ex-companheiro. Os dados são apresentados em um artigo recém-publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, periódico científico da Fiocruz.
Segundo as vítimas, as causas de agressão foram, principalmente, o vício em álcool ou outras drogas e o ciúme (36,9% e 19,9%, respectivamente). A esperança de melhorar o relacionamento conjugal foi o principal motivo referido pelas mulheres (33,8%) para continuarem convivendo com seus companheiros após as agressões sofridas”, diz o artigo, assinado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia. O trabalho caracteriza aspectos epidemiológicos e clínicos das violências física, sexual, psicológica e verbal contra as mulheres em Uberlândia (MG).

No estudo, além de 884 fichas da ONG, foram consultadas outras fontes referentes a agressões contra mulheres, como 614 atendimentos médicos no Hospital das Clínicas de Uberlândia (HCU) e 1.163 laudos de perícias e necropsias do Posto Médico Legal (PML) da cidade. No HCU e no PML, predominaram os episódios de agressão física, enquanto na ONG as violências física e psicológica atingiram proporções semelhantes.

Das mulheres atendidas pela ONG, a maioria tinha entre 18 e 39 anos de idade, não havia concluído o ensino fundamental e trabalhavam como domésticas ou donas-de-casa. Os agressores, quase todos homens, apresentavam um perfil similar: idade entre 20 e 49 anos, ensino fundamental incompleto e ocupações que não exigem maior escolaridade, como pedreiros, serventes ou motoristas. Contudo, é preciso cuidado para não tirar conclusões precipitadas e julgar que a violência contra a mulher é um fenômeno que atinge apenas as classes sociais menos favorecidas. “A violência também ocorre nas classes média e alta, mas estas, por receio de escândalos, utilizam-se de serviços particulares. A violência entre as classes mais altas fica evidenciada na mídia somente em situações extremas, quando ocorrem homicídios praticados por maridos ou companheiros ”, explica o artigo.

Segundo os pesquisadores, em todas as classes sociais e em todo o mundo, muitos casos de violência contra a mulher não são registrados pelos serviços de saúde. “Muitas vezes, a violência contra a mulher não é detectada no setor de saúde pela dificuldade em se falar e tratar do assunto, tanto por parte das mulheres agredidas quanto por parte dos profissionais”, afirma o artigo.

O silêncio e a invisibilidade, freqüentemente, envolvem os casos de violência sexual. “Uma das causas para a baixa freqüência de denúncias é que a maioria das agressões ocorre em ambientes familiares ou são praticadas por pessoas conhecidas, com vínculo sentimental ou hierárquico entre agressores e vítimas, de modo que estas nem sempre denunciam ou procuram atendimento médico, ainda que a violência se repita por meses ou anos”, destaca o artigo. “O sexo vaginal forçado no casamento poucas vezes é reconhecido como violência, parecendo enquadrar-se socialmente e sexualmente como ‘normal’ na relação”.

De forma similar, a violência psicológica e as agressões verbais não são notificadas por serem consideradas inerentes à intimidade dos casais. Contudo, elas também têm efeitos nocivos à saúde e podem ser fatores que antecedem a violência física. “A violência verbal é banalizada e raramente reconhecida, tornando-se, talvez, a mais invisível de todos os tipos de violência”, diz o artigo.

A análise dos dados do HCU e do PML mostrou que mais de 13% das mulheres vítimas de agressões precisaram ser hospitalizadas, sendo as especialidades de odontologia buco-maxilo-facial, ortopedia e traumatologia, e clínica médica as mais solicitadas. No período de dois anos pesquisados no PML, houve 25 mortes em decorrência das violências sofridas, nas quais os agressores chegaram a utilizar armas brancas ou de fogo. Este dado revela que, em Uberlândia, no mínimo, uma mulher foi morta por mês e, mesmo nos casos que não resultaram em óbitos, nota-se a intenção de homicídio devido à gravidade das lesões.

"O espancamento de uma parceira íntima pode ser rotineiro, sendo raro que ocorra uma única vez. Com o tempo, a violência tende a tornar-se mais freqüente e aumentar em gravidade; as marcas visíveis da violência são tratadas nos serviços de saúde para, em seguida, as mulheres retornarem ao mesmo ciclo de espancamento e abusos que podem resultar em homicídios ou suicídios", alerta o artigo, chamando a atenção para a necessidade dos profissionais de saúde se aterem à identificação e ao acompanhamento dessas pacientes vítimas de violências.

...
Prev: Animações lindinhas...
Next: Violência Psicológica

reply share

segunda-feira, 15 de março de 2010

VIOLÊनकिया VERBAL

Publicado por teiversonalves em março 9, 2007

Você ficou sem entender bem o que aconteceu - conversou com uma pessoa grosseira que um Tratou de maneira ríspida,. TENTAVA provoca-la a todo instante, mas só você percebia. Não, você não está ficando paranóico, a violência verbal infelizmente existe e pode estar em qualquer lugar. A transgressão das regras verbais, um assunto que merece nossa reflexão, é invisível para muitos por não expor marcas físicas. Não obstante, as suas cicatrizes pueden destruir vidas, se você assim para se deixar levar por elas. E ainda que passe socialmente DESPERCEBIDA e que seja tolerada para não romper estruturas, temos de discuti-la.
A violência verbal pode também estar camuflada, sendo mais comum do que podemos imaginar ea todo instante estamos Sujeitos um recebe-las. E o que dizer da agressão verbal direta! Sabemos que as palavras tem poder para alegrar assim com tem poderes para machucar e são piores do que uma agressão física, pois deixam marcas, as vezes, para sempre!
Na vida familiar as vezes é pouco Reconhecida Tornando assim comum entre o marido ea mulher, passando por seus filhos. Assim uma violência praticada na fala, como usar palavras de baixo calão e falar com tom de voz elevado, em meio ao silêncio, sob Domínio do medo, fragiliza as pessoas-agredidas. Embora esse tipo de agressão não tenha marcas evidentes, é tão grave quanto o ato físico. Temos de dizer um basta a esse tipo de atitude. Não basta chocar-mos-nos com atos de descriminação Incluem violência que, principalmente as físicas, e horrorizarmo-nos com guerras, bombas, tiroteios e crimes hediondos e abandonarmos as agressões verbais.
Não, o mundo certamente será melhor quando cuidarmos para que nosso comportamento verbal reflita respeito pelo outro, Permitindo diferenças individuais, quer nas opiniões, quer nas escolhas, traduzidas por elegante e civilzado discurso verbal.


Teiverson Alves.

DIAS ATRÁS FAZENDO COMPRAS NO SUPERMERCADO ACOMPANHADA COM O MEU MARIDO, ENCONTREI-ME COM UMA AMIGA DOS TEMPOS DA FACULDADE, FAZIA OITO ANOS QUE NÃO A VIA, DESDE O DIA DA FORMATURA,ERAMOS AMIGAS INSEPARÁVEIS, ELA UMA JOVEM RECEM CASADA,FELIZ DA VIDA, QUERENDO APRENDER RECEITAS PARA VIVER UMA VIDA FELIZ E AGRADAR SEU PARCEIRO.
DO POUCO QUE CONHEÇO TENTEI PASSAR O MELHOR PARA ELA.MAS PARA ISSO NÃO HÁ RECEITAS NEM MOLDES, SÃO SITUAÇÕES DIFERENTES.
NOS INTERVALOS ENTRE UMA AULA E OUTRA LÁ ESTAVA O NOSSO GRUPINHO DE MULHERES CASADAS SEMPRE JUNTAS,ATÉ NO GRUPO DE ESTUDOS SEMPRE QUE POSSÍVEL ESTÁVAMOS JUNTAS.
QUANDO EU A ENCONTREI OLHEI E VI UM ROSTO TRISTE, ABATIDA, ENVELHECIDA,SEUS OLHOS ME PEDIAM SOCORRO, NAQUELES BREVES TEMPOS, RAPIDAMENTE PUDE ENTENDER O QUANTO ELA ESTAVA INFELIZ, JÁ NÃO ERA MAIS AQUELA DÉBORA QUE CONHECI,NEM PUDEMOS OU TIVEMOS A CHANCE DE CONVERSARMOS A SÓS, MEU FIEL GUARDIÃO ESTAVA A POSTOS,ATENTO A TUDO, SEI LÁ POR QUE? O QUE ELE PENSA? MAS NÃO FICO NUNCA SOZINHA, QUEM SABE, O MEDO DE QUE EU POSSA FUGIR.
COMO DIZER A ELA QUE EU TAMBÉM NÃO SOU MAIS A MESMA, NÃO SOU MAIS AQUELA MULHER QUE PARECIA SER ALEGRE, FORTE E GUERREIRA, AQUELA QUE TINHA ILUSÕES INGÊNUAS QUE PODERIA MUDAR O MUNDO, QUIE PODERIA FAZER A DIFERENÇA, QUE PODERIA TRAZER CONHECIMENTO AS PESSOAS E ACORDÁ-LAS PARA A VIDA, AQUELA QUE QUERIA CONTRIBUIR COM O ORÇAMENTO DOMESTICO,AQUELA QUE QUERIA APENAS TER SEU DINHEIRO, SEU EMPREGO, AJUDAR SEU MARIDO, MAS INVÉS DISSO ELE ACHOU QUE EU FUI BUSCAR UMA OPORTUNIDADE PARA DEIXA-LO OU SEI LÁ O QUE SE PASSOU POR SUA MENTE.ELE PERDEU O CHÃO!
TODOS ACHARAM RUIM, PORQUE PERDERAM A COZINHEIRA, FAXINEIRA, LAVADEIRA, ENFERMEIRA, AQUELA QUE ESTAVA ALI SEMPRE A POSTOS DE PRONTIDÃO,ETC......
MAS MESMO TRABALHANDO, CANSADA, NUNCA DEIXEI DE CUMPRIR COM MINHAS OBRIGAÇÕES DOMÉSTICAS.MAS ISSO NÃO BASTAVA.
ENFIM O TRISTE FOI CONCLUIR QUE DUAS PESSOAS CHEIAS DE SONHOS, DE GARRA, AGORA SOMOS APENAS UM FATASMA DE NÓS, ELA NÃO EXERCE A PROFISSÃO PARA A QUAL ESTUDOU TANTO, VEIO OS FILHOS E AQUELA MESMA CONVERSA, VAMOS CUIDAR DOS FILHOS E DEPOIS VOLTAR, MAS O TEMPÓ PASSA VOCE FICA PARA TRAZ E NÃO VOLTA MAIS, FICA DESATUALIZADA E O MERCADO NÃO TE ACEITA MAIS.
É PRECISO SER MUITO FORTE, DE MANEIRA NENHUMA NÃO ACEITAR MATAR SEUS SONHOS EM BENEFICIO DE OUTROS, NINGUÉM TE VALORIZA A NÃO SER VC MESMO, TEMOS QUE CONCILIAR TUDO, SEI QUE NÃO É FACIL, MAS SE SEDERMOS UMA VEZ, CEDEMOS SEMPRE.
E QUANDO SERÁ O SEU TEMPO????

domingo, 14 de março de 2010

Mensagem tocante


BOM DOMINGO E MUITA GARRA PARA ENFRENTAR A SEMANA, NÃO DESISTA DE VOCE!!!

sábado, 13 de março de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

Você Aprende - William Shakespeare



http://www.advogadocuritiba.com.br/noticias.asp?c=70
Agressão verbal
Homem é condenado a pagar danos morais por ofensas
Allan Douglas de Oliveira e Fernandes, morador da cidade de Pará de Minas (MG), terá que indenizar duas mulheres por danos morais por ofensas verbais que praticou durante 10 meses. Elas, que são mãe e filha, devem receber R$ 2 mil e R$ 4 mil respectivamente por terem sido humilhadas e por terem tido a honra e a imagem ofendidas por Fernandes. A decisão é da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Cabe recurso.
Mãe e filha sustentam que foram humilhadas em diversos episódios e em público, com a nítida intenção de denegrir a honra e a imagem delas. Elas alegam que as ofensas foram motivadas pela cor da pele e pela condição social. Fernandes as chamava de “tição”, perguntava para as pessoas por que “com tanta gente vendendo Avon você logo compra dessa macaca”. Ele também dizia frases como “escrava tentando ser gente”, além de outros termos racistas.
Fernandes afirmou que não disse qualquer palavra ofensiva contra as duas. Justificou que eles tiveram pequenos conflitos nos quais ocorreram desabafos no calor da discussão. Afirma que nunca teve o propósito de agredir ninguém.
Segundo a desembargadora Márcia De Paoli Balbino, relatora do caso, ficou clara a intenção de ofender a honra de mãe e filha, uma vez que o episódio foi repetitivo e presenciado por outras pessoas. Como a cidade é pequena, o caso tornou-se de conhecimento público. Para a juíza, ficou demonstrado também, a partir de depoimentos, que não foi apenas um “mero desabafo”, impensado e sem dolo, quando de “cabeça quente”. Existiram, sim, ofensas verbais com intenção lesiva.
Para a relatora, mãe e filha foram escarnecidas, ofendidas, desonradas e desmoralizadas na várias pessoas e tal fato tornou-se público. A imagem delas perante toda a cidade ficou comprometida. Votaram junto com a relatora, os desembargadores Lucas Pereira e Eduardo Mariné da Cunha.
Processo 1.0471.06.06 Fonte: Revista Consultor Jurídico

quinta-feira, 11 de março de 2010